sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Formiga-de-estalo - Máximo Postal


Emissão: Formigas do Brasil - 05 de junho de 2013
Postal: Formiga-de-estalo - Ed. Schimittstamps - ref 402
Obliteração: Alusiva à emissão - 05 de junho de 2013
Coleção: Aluísio Queiroga
Formiga-de-estalo - A formiga Odontomachus bauri Emery, 1881 é encontrada desde a América do Sul até as ilhas do Caribe na América Central, em ambientes secos e quentes. Seus ninhos podem ser encontrados no chão (embaixo de troncos podres) ou em bromélias sobre as árvores e abrigam de dezenas a centenas de indivíduos.
Elas caçam insetos vivos ou recém-mortos no chão das matas ou na copa das árvores e os levam para dentro dos ninhos para alimentar suas larvas. Para isso, utilizam suas poderosas mandíbulas, que funcionam como uma mola, acumulando energia enquanto estão abertas e fechando com uma velocidade de cerca de 100 Km/h em menos de 1 segundo, para prender uma presa ou agarrar um inimigo. O inseto capturado vivo pode ficar preso entre as mandíbulas ou até mesmo ser esmagado até a morte.
São chamadas de formiga-de-estalo porque o movimento de fechamento das mandíbulas produz o som de um estalo, característico de formigas do gênero. Quando não conseguem agarrar a presa ou precisam fugir de um predador, batem uma mandíbula contra a outra, projetando-se para trás a uma distância cerca de 20 vezes o tamanho de seu corpo.
Além das mandíbulas, as formigas-de-estalo possuem um ferrão na região posterior. O veneno injetado pode causar a paralisia ou morte, dependendo do tamanho do inseto. Crianças ou adultos podem ser ferroados várias vezes ao tentarem manipular essas formigas, sofrendo com a vermelhidão, dor intensa e inchaços locais.
fonte: Correios/ Prof. Dr. Odair Correa Bueno - Centro de Estudos de Insetos Sociais do Instituto de Biociências de Rio Claro da UNESP

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